Scooter Braun diz ter ficado “triste” com a reação de Taylor Swift sobre a venda de seu catálogo

Scooter Braun diz ter ficado “triste” com a reação de Taylor Swift sobre a venda de seu catálogo

Em 2019, o mundo musical foi pego de surpresa com a venda da gravadora Big Machine Records, responsável pelo catálogo de Taylor Swift, até o momento, para o empresário Scooter Braun, desafeto da artista. Numa negociação de $300 milhões de dólares, Braun adquiriu o controle do selo fonográfico e também o controle sobre os masters dos seis primeiros álbuns de uma das artistas mais valiosas de todos os tempos.

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Swift então fez um manifesto público em que disse ter se sentido traída e impossibilitada de readquirir seu próprio trabalho. Nesta sexta-feira (23), Scooter, em entrevista à Variety, reviveu o drama e contou, novamente, seu lado da história – que já foi desmentido inúmeras vezes pela artista.

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“Me arrependo e fiquei triste com a reação de Taylor Swift sobre o negócio, tudo o que aconteceu foi muito confuso e não foi baseado em nada factual”, disse o empresário. “Não sei o que foi dito a ela, mas eu ofereci que seu catálogo fosse vendido de volta para ela, mas sua equipe recusou” [Em nota, a própria a Variety menciona que Swift desmentiu tal informação e que a equipe da cantora nunca recebeu um valor]. Vale lembrar que Swift já disse inúmeras vezes que não aceitaria os termos impostos por Scooter, que continuaria lucrando com seu catálogo. Em 2020, o empresário vendeu os masters para um fundo de investimento, mas continuaria recebendo uma porcentagem dos lucros. Swift se recusou a apoiar o negócio e desde então vem regravando seus primeiros álbuns, com o “Red (Taylor’s Version)” previsto para o dia 19 de novembro.

“É uma pena”. Manter um canal aberto de comunicação é importante e pode levar ao entendimento. Eu e ela nos encontramos apenas três ou quatro vezes no passado, e sempre foi muito amigável. Eu a considero uma artista incrível e desejo tudo de melhor”, finaliza.

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