INESQUECÍVEL! Há 10 anos o mundo perdia um ícone da música: Amy Winehouse

INESQUECÍVEL! Há 10 anos o mundo perdia um ícone da música: Amy Winehouse

A cantora deixou um legado inigualável, após morrer precocemente aos 27 anos no auge de sua carreira.

No dia 23 de julho de 2011, o mundo recebeu a noticia que jamais queríamos ouvir, por volta das 15 horas e 54 minutos, duas ambulâncias foram chamadas à casa de número 30 da Camden Square, localizada no bairro de Camden Town, em Londres, devido a um telefonema à polícia britânica para atender uma mulher desfalecida. Pouco tempo depois, as autoridades confirmaram a morte de Amy Winehouse à imprensa.

INESQUECÍVEL! Há 10 anos o mundo perdia um ícone da música: Amy Winehouse

Andrew Morris, o segurança que a encontrou, informou às autoridades que, desde que voltou à residência, três dias antes do ocorrido, a jovem consumiu bebidas alcoólicas moderadamente após um período de abstinência que mantivera desde o início do mês. Segundo os seus relatos, ela passou a noite do dia 22 a ouvir músicas e assistir à televisão.

Por volta das duas horas da madrugada, Amy foi repousar, segundo Andrew. Às dez horas da manhã do dia seguinte, ele encontrou-a deitada em sua cama e teria realizado tentativas mal sucedidas de acordá-la. No entanto, tal situação não lhe causou estranheza, visto que lhe era habitual acordar tarde. Ao retornar ao quarto, horas depois, ele avistou-a ainda deitada e na mesma posição de antes. Após examiná-la, percebeu que a cantora não mais estava respirando e logo contatou os serviços de emergência. A cantora foi declarada morta no local.

“A sua saúde encontrava-se em estado bastante precário [na época] e ela vinha sendo levada por ambulâncias ao hospital regularmente em razão de crises de convulsão. O seu sistema nervoso estava muito debilitado”, relatou uma fonte

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O fato é que o legado da cantora britânica permanece invicto por meio de sua música, de sua interpretação com voz rouca e potente e sua carreira breve, que revitalizou o soul desde “Frank”, primeiro disco da cantora, de 2003, e, principalmente em “Back to Black”, de 2006, que transformou Amy em uma estrela mundial. Mas, nessa época, ela já era bem famosa no Reino Unido: seu primeiro disco, “Frank”, de 2003, ficou no top 5 dos álbuns de mais sucesso nas paradas britânicas. “Frank”, no entanto, só foi lançado nos Estados Unidos em 2007.

“Back to Black” obteve a aclamação dos críticos e, impulsionado pelo êxito de “Rehab”, a canção-assinatura de Winehouse, atingiu recordes de vendas em territórios britânico e americano. O disco foi o mais vendido do mundo em 2007, com seis milhões de cópias comercializadas, e, ao vencer cinco troféus durante a 50.ª edição dos Grammy Awards, em 2008, consagrou a cantora como, até então, a britânica mais premiada em apenas uma edição da supracitada premiação.

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A ultima gravação de Amy foi ao lado de Tony Bennett, onde gravou a música “Body & Soul” como parte do segundo álbum de duetos do cantor americano.

Algumas semanas antes de sua morte, em julho de 2011, Amy terminou de escrever as músicas para o que seria seu terceiro álbum de estúdio. Segundo a imprensa britânica, ela chegou, inclusive, a marcar sessões no estúdio com seus produtores, Salaam Remi e Mark Ronson, mas infelizmente não conseguiu conclui-lo. As demos dessa época, no entanto, não existem mais: o chefe da gravadora, David Joseph, destruiu o material.

Marcado para essa sexta-feira 23/07,  um novo documentário que marca os 10 anos de sua morte será lançado, com relatos angustiantes sobre sua ascensão à fama internacional e a luta contra o vício. Narrado por sua mãe, Janis Winehouse-Collins, o filme “Reclaiming Amy” apresenta imagens caseiras, fotos de família e entrevistas com amigos próximos que relembram os tempos mais felizes, mas também os sombrios, da cantora.

Trata-se de um documentário produzido pela BBC, com 59 minutos de duração, “Reclaiming Amy” promete trazer imagens raras de apresentações da cantora. O filme não tem previsão de estreia no Brasil.

Amy Winehouse ultrapassou barreiras, e brilhará para sempre.

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