“Viver Suzane Richthofen foi um desafio artístico gigantesco, que exigiu muita dedicação, estudo e coragem”; comenta Carla Diaz

“Viver Suzane Richthofen foi um desafio artístico gigantesco, que exigiu muita dedicação, estudo e coragem”; comenta Carla Diaz

Após ter finalmente uma data de lançamento divulgada, os filmes “A Menina Que Matou os Pais” e “O Menino Que Matou os Pais” voltaram aos holofotes devido a curiosidade do público em poder conferir de Carla Diaz e grande elenco, ao reviverem um crime que chocou e ainda choca o Brasil por conta de sua brutalidade.

Em recente entrevista, Carla comentou como foi viver a assassina e que exigiu bastante empenho artístico para que seu trabalho fosse concluído:

“Quando essa personagem apareceu na minha vida, não hesitei. Seria um desafio artístico gigantesco, que exigiria de mim dedicação, estudo e coragem. Críticas fazem parte da trajetória de um artista e eu embarquei nesse projeto pronta para enfrentá-las.


Foram incansáveis dias de preparação, reclusão e filmagens. Foi um trabalho que exigiu de mim um olhar artístico sem julgamento para uma história que pretende retratar um crime bárbaro, que mexe com as nossas emoções, com as mais profundas e incômodas emoções que passam pela aversão e pelo pavor. A arte nem sempre é sobre aquilo que nos agrada. Arte é provocação”
, concluiu Carla.

A Menina Que Matou os Pais se passa em 2002, no mesmo ano em que o crime cometido em São Paulo causou uma grande repercussão no Brasil. Conhecido nacionalmente como “Caso Richthofen”, o assassinato de Manfred e Marísia foi engatilhado pela própria filha Suzane e seu namorado Daniel, junto com o irmão Christian Cravinhos. Quase 20 anos após o acontecimento, o longa-metragem acompanha o julgamento do ex-casal a partir de dois diferentes pontos de vista.

Dirigido por Mauricio Eça, complementam o elenco principal da trama, nomes como: Leonardo Bittencourt, Allan Souza Lima, Leonardo Medeiros e Vera Zimmerman.

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