Taylor Swift fala sobre a cultura do cancelamento e como sobreviveu a 2016 através da música

Taylor Swift é a capa da icônica edição de setembro da Vogue norte-americana. Numa entrevista bastante reveladora, a artista falou sobre carreira, vida pessoal, política, direitos da comunidade LGBTQ+ e muito mais.

Taylor Swift é capa da icônica edição de setembro da Vogue; confira o ensaio

O entrevistador relembra da questão envolvendo a artista, Kim Kardashian e Kanye West, em julho de 2016, quando a artista foi apelidada de “cobra” e foi “cancelada” na internet. A artista aproveitou, então, para falar dessa “cultura do cancelamento” nas mídias sociais:

“Um envergonhamento público em massa, com milhões de pessoas dizendo que você está ‘cancelada’, é uma experiência muito isolante. Não creio que haja muitas pessoas que realmente possam compreender o que é ter milhões de pessoas que te odeiam. Quando você diz que alguém é cancelado, não é um programa de TV. É um ser humano. Você está enviando grandes quantidades de mensagens para essa pessoa para calar a boca, desaparecer, ou algo que pode ser percebido como ‘se mate'”.

A intérprete de “Shake It Off” ainda acrescentou que nesse momento ela precisava reorganizar sua própria vida:

“Eu percebi que precisava reestruturar minha vida porque ela parecia completamente fora de controle. Eu soube imediatamente que eu precisava fazer músicas sobre isso pois eu sabia que era a única forma que eu poderia sobreviver a essa situação. Era a única forma que eu poderia preservar minha saúde mental e também contar a história de como é passar por algo tão humilhante”.

Em entrevista, Taylor Swift fala sobre sexismo na indústria da música