Putz: jornal revela que compositores já falecidos levam 90% dos lucros de composição de "7 Rings" de Ariana Grande

Se você pensa que só porque uma música faz um grande sucesso que ela rende muito dinheiro para o artista por si só, está enganado.

A produção fonográfica quando falamos de lucros é apenas uma “isca” para que o artista possa ganhar visibilidade e lucrar com o que realmente dá dinheiro: shows e turnês. Se criar uma música já demanda muito tempo e pagamento com produtores e compositores, além dos royalties, que nada mais são do que os direitos vitalícios desses profissionais em cima dos lucros da música – imagina comprar os direitos de usar a criação de outra pessoa?

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Isso existe e acontece muito na indústria da música. Em caso recente, a faixa “7 Rings” de Ariana Grande é um exemplo. Apesar da música parecer bem “fresca” ao mercado e falar do consumismo, ela na verdade é uma versão atualizada de “My Favorite Things” escrita por Richard Rodgers e Oscar Hammerstein II para o clássico musical “A noviça rebelde”.

E quanto que a gravadora que detinha os direitos da música deles pediram pelo “uso” dos versos principais da clássica faixa em “7 Rings”? Nada mais, nada menos que 90% POR CENTO dos lucros de composição! Isso mesmo! As informações são do jornal The New York Times que criou uma matéria explicativa sobre a canção que já passa 6 semanas não consecutivas no topo da Hot 100 dos Estados Unidos.

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Ainda segundo o jornal, a liberação dos direitos autorais aconteceram poucas semanas antes do lançamento da música e mesmo com a condição ambiciosa feita, a equipe de Ariana aceitou de imediato pois tinha interesse no lançamento como um dos carros-chefes do álbum “Thank U, Next”.

“7 Rings” conta oficialmente com 10 compositores e apenas 10% é usufruída pelos 8 restantes na parte escrita da música.

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