Primeiras impressões do novo álbum de Halsey são positivas, segundo Pitchfork, Rolling Stone e demais especialistas

Primeiras impressões do novo álbum de Halsey são positivas, segundo Pitchfork, Rolling Stone e demais especialistas

O quarto álbum de estúdio de Halsey, “If I Can’t Have Love, I Want Power”, será lançado nessa madrugada de sexta-feira (27), mas as primeiras impressões dos críticos já começaram a sair. O sucessor do “Manic” segue sendo bem elogiado pelos especialistas, recendo ótimas notas da Pitchfork e da Rolling Stone.

Com uma nota 7/10, a Pitchfork afirma que esse é o trabalho da cantora “mais forte até agora”. O website especialista em review de álbuns comenta: “trata-se de caminhar na linha entre a autopreservação e a autodestruição, o controle e a compulsão, a emoção e o terror de conseguir o que deseja. Em vez de filtrar esses temas por meio de uma arquitetura elaborada, Halsey permite que o horror – do corpo, da mente, da mortalidade – irradie para fora”.

>>> Halsey divulga novo trailer sombrio e instigante de seu filme “If I Can’t Have Love, I Want Power”; assista

A revista Rolling Stone descreveu o novo projeto da artista como “uma colaboração fascinante, embora às vezes exagerada, com Trent Reznor e Atticus Ross” – produtores do álbum. Com uma nota 70/100, eles comentam que o quarto álbum da interprete de “Nightmare” é “conceitual, supremamente teatral, embora ligeiramente exagerado, baseado no que eles descrevem como ‘a dicotomia da Madonna e da Prostituta’“.

A Consequence Sound atribuiu uma nota 75/100 para o “If I Can’t Have Love, I Want Power” e comentou que o projeto fica entre os seus dois últimos lançamentos, em questão de estética. “é mais pesado que o ‘Manic’ em muitos aspectos, ao mesmo tempo que carrega um pouco de ousadia do ‘hopeless fountain kingdom’“.

>>> Rift Tour de Fortnite pode ter Halsey e Dua Lipa como atrações

Até o momento, a nota mais alta recebida pela crítica veio da Spin, que destacou suas composições e produção, chamando-as de “masterclass“, além de classifica-lo como “uma tela industrial sedutora”. Eles ainda destacam a sonoridade voltada para o rock como “ruidoso” e seus “refrães punk e guitarras difusas“.

>>> Curta o PFBR no Facebook

Siga o PFBR no Twitter <<<