Petição exigindo que Maroon 5 desista do Halftime Show do Super Bowl recebe mais de 35 mil assinaturas

Gente…

Há duas semanas, foi criada uma petição no site Change.org para que o Maroon 5 não se apresente no próximo Super Bowl, que ocorrerá em Atlanta, no dia 3 de fevereiro. Até o momento, o abaixo-assinado já possui mais de 37 mil assinaturas, mesmo que a banda ainda não tenha sido anunciada oficialmente como performer.

“Até a liga mudar sua política e apoiar o direito constitucional dos jogadores de protestar, nenhum artista deve concordar em trabalhar com a NFL”, diz a descrição. “Junte-se a mim e peça ao Maroon 5 para sair do show do intervalo do Super Bowl de 2019”.

Segundo relatos, Rihanna foi a primeira cotada para a performance, porém recusou a oferta. Ela discordou da postura da NFL sobre Colin Kaepernick ter ajoelhado durante o Hino Nacional. O movimento, que levou outros jogadores a fazer o mesmo em solidariedade, foi iniciado por Kaepernick em 2016 como um símbolo de protesto contra a injustiça racial na América. O jogador, de 49 anos, foi exilado da NFL. Kaepernick arriscou sua carreira para ganhar a igualdade, e a liga o castigou por isso.

Rihanna não é a primeira grande artista a recusar o show do intervalo do Super Bowl. Jay-Z recusou um pedido para se apresentar no Super Bowl de 2017 ao lado de Justin Timberlake, e até abordou isso em sua música de 2018 com Beyoncé, “Apeshit”.

A letra diz: “Eu disse não ao Super Bowl: você precisa de mim, eu não preciso de você. Todas as noites nós na endzone, falamos para a NFL também nos estádios “, enquanto o clipe mostra uma fila de homens em um joelho.

A comediante Amy Schumer elogiou Rihanna e encorajou a Maroon 5 a seguir seu exemplo e deixar o cargo. Schumer também disse que ela se recusará a fazer comerciais para o ar durante o grande jogo. “Bater na NFL com os anunciantes é a única maneira de realmente machucá-los”, afirmou ela.