Marília Mendonça publica gravação amadora de canção inédita que conta a história de uma prostituta

Depois de cantar sobre traição com o sucesso “Infiel” e retratar a realidade das amantes em “Amante Não Tem Lar”, Marília Mendonça compartilha composição que narra a história de uma prostituta.

http://5jc.0a9.myftpupload.com/certissimo-twitter-coloca-hashtag-especial-de-chifres-para-divulgacao-do-album-todos-os-cantos-da-marilia-mendonca/

Na terça-feira 12, a cantora publicou no twitter um vídeo com gravação amadora da canção “Troca de Calçada” que, segundo ela, é uma das mais fortes que já escreveu. A letra retrata a realidade de uma mulher que entrou no mundo da prostituição, mostrando que vários fatores a levaram a essa vida.

Em um dos trechos, Marília ainda alerta sobre o preconceito sofrido por mulheres em situação de prostituição:  “Não aponte o dedo, não julgue tão cedo / Ela tem motivos pra estar desse jeito.”

Embora pareça ser uma das composições preferidas da cantora, a música parece ainda não ter sido gravada oficialmente e não há previsão de lançamento. Enquanto isso, a gente segue dando o replay na gravação amadora messssmo!!!

 

Confira a letra completa:

TROCA DE CALÇADA – Marília Mendonça

Se alguém passar por ela, fica em silêncio

Não aponte o dedo

Não julgue tão cedo

Ela tem motivos pra estar desse jeito

Isso é preconceito

 

Viveu tanto desprezo que até Deus duvida

E chora lá de cima

Era só uma menina que dedicou a vida a amores de quinta

É claro que ela já sonhou em se casar um dia

Não estava nos planos ser vergonha pra família

Cada um que passou levou um pouco da sua vida

E o resto que sobrou ela vende na esquina

 

“Pra ter o corpo quente eu congelei meu coração

Pra esconder a tristeza, maquiagem a prova d’água

Hoje você me vê assim e troca de calçada

Só que amado é muito mais do que um nojo na sua cara

 

Pra ter o corpo quente eu congelei meu coração

Pra esconder a tristeza, salto 15 e minissaia

Hoje você me vê assim e troca de calçada

Mas se soubesse um terço da história me abraçava

E não me apedrejava”