Lily Allen critica novo material de Drake por falta de mulheres no projeto e compositor toma as dores

Neste fim de semana, Drake, o rapper canadense que lançou um dos álbuns mais bem-sucedidos de 2016, o “VIEWS”, cumpriu o que prometeu e disponibilizou um trabalho inédito: o “More Life”, projeto com várias faixas inéditas e que conta com colaborações de diversos rappers famosos da indústria e amigos dele.

http://5jc.0a9.myftpupload.com/incluindo-parcerias-com-kanye-west-travis-scott-e-outros-drake-lanca-o-morelife/

Só que um detalhe no trabalho do cantor não agradou em nada Lily Allen: a britânica usou sua conta no Twitter para “criticar” a falta de mulheres em colaborações no”More Life”.

“22 músicas e apenas uma colaboração feminina. Isso continua bem triste.”

Drake até o momento não respondeu, mas um dos compositores do material, Myles E. Johnson, resolveu publicar um verdadeiro “dossiê” contra Lily depois disso, acusando ela de se apropriar da cultura negra e ainda se aproveitar de artistas, produtores e compositores de cor para seus álbuns de estúdio.

“Oh, divertido! Vamos contar quantas pessoas negras de todas as creditadas no seu álbum e quantas vezes se apropriou para lucrar.”

“Agora olhe quantas colaborações com negros aqui, mas espere, olhe a categoria que sua música está incluída, é “hip-hop/rap”. Então, strike 1 sua branquela invasiva!.”

“Garota! Esta tentativa de 2008 também. O que aconteceu hein? Não está conseguindo dar retorno?”

Ele também comparou o álbum “Sheezus” de Lily com um trabalho da rapper Remy Ra, que também apresenta o mesmo nome:

E continuou:

“Então por favor, me traga de volta suas colaborações com T-pain e Wiz (apenas 2 em 11 anos) então eu posso te dar uma lição sobre a história da mulher branca usando corpos masculinos negros.”

“Para usar e explorar algo é preciso ter permissão para isso…bom dia, por enquanto <3”

“Eu estou chateado porque você nem gosta do Drake, mas eu odeio quanto brancos ficam de policiamento na arte negra ao mesmo tempo que tentam nos apagar ou se engajar em fazer parte disso violentamente.”

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