Há exatos quatro anos, em 28 de janeiro de 2016, o mundo conhecia o tão aguardado álbum de Rihanna, a cantora que vinha produzindo esse disco desde 2014, apresentou algo muito maior, algo que ia além de mais um projeto para sua discografia, “ANTI” trazia um conceito e uma estética jamais explorada anteriormente pela artista.
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A cantora que começou a planejar o disco quando trocou de selo, passando a fazer parte da Roc Nation realizou três lançamentos, sendo as faixas “FourFiveSeconds“, “American Oxigen” e “Bitch Better Have My Mane“. As ‘música ficaram no top dez de vários países e logo era iniciado a nova era, no entanto nenhuma dessas canções chegou a integrar a versão finalizada do disco.
Quando apresentou a capa e o título, Rihanna revelou que sua principal inspiração foi o poema escrito em braile pela poeta Chloe Mitchell.
“As vezes os que têm visão são os mais cegos”.
A artista trazia uma misto de sonoridades e sentimentos que tronavam o álbum único, de batidas marcantes a baladas estonteantes, “ANTI” passou a ser considerado o maior feito em sua carreira, pois apesar de fugir do padrão comercial, o disco ainda caiu nas graças do público por sua autenticidade, narrando um novo caminho na carreira da diva.
Com quatro singles lançados, o álbum foi avaliado com críticas positivas, pelo Matacritc com a nota 73,00 e muito bem recebido por Amanda Petrusich, jornalista da Pitchfork.
“Um registro rico e conflituoso no mais interessante quando é o mais idiossincrático”.
Com tamanha aclamação, o álbum ganhou o prêmio de “Álbumn de Soul/ R&B favorito” no American Musica Awards de 2016, e indicações no Billboard Music Awards como “Melhor Álbum de R&B” e no Grammy Awards por “Melhor Álbum Contemporâneo Urbano”.
Contudo, o projeto se tornou o primeiro lançamento multi-platina de 2016, no ano seguinte o disco vendeu mais de 603 mil cópias só nos E.U.A fazendo com que ele fosse certificado 3x platina, além de ser platina em mais sete países incluindo Brasil e ouro em três países.
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