Em entrevista à Vogue, Rihanna revela inspirações do novo álbum e planos futuros para a música

Rihanna é a capa da edição de novembro da revista Vogue Magazine e, como de costume, além do ensaio fotográfico, também é realizada uma entrevista da revista junto ao artista. Rihanna, mostrando toda sua simpatia, respondeu uma série de perguntas, indo da sua vida pessoal e afetiva até questões políticas dos Estados Unidos e, é claro, sobre o seu tão aguardado novo álbum.

Rihanna aparece deslumbrante na capa da edição de novembro da Vogue Magazine; veja fotos

Em dado momento, a entrevistadora questiona Rihanna sobre suas influências para o próximo álbum, especulando sobre o álbum ser de reggae, com base em informações que já circulam pelo mundo. Rihanna, então, responde:

“Eu gosto de encará-lo como um álbum inspirado no reggae, ou com infusão de reggae. Não será algo característico do gênero que todos já conhecem. Mas você irá sentir os elementos do reggae em todas as faixas.”

A cantora ainda continua, falando sobre a relação do reggae na sua vida:

“O reggae sempre parece certo para mim. Está no meu sangue. Não importa o quão longe eu estou, a minha cultura ou o ambiente em que estou e cresci nunca irão embora. É sempre a mesma sensação, mesmo eu tendo explorado outros gêneros na música. Era hora de voltar para algo que eu realmente não me dediquei tanto para fazer todo um trabalho.”

Adiante, ao ser questionada sobre uma possível data, a repórter relata que a expressão de Rihanna é hilária, de puro terror, enquanto não deu respostas concretas:

“Não! Meu Deus, eles vão me matar por isso! Mais ainda!”

A repórter então pergunta: “Espera! Quem? Sua gravadora? A polícia internacional do reggae?”

“Estou falando da Navy! Meus fãs são amedrontadores! Mas eles conseguiram, né? Me fizeram estar aqui!”

Mudando o rumo da conversa para os futuros planos de carreira, a entrevistadora pergunta se há a possibilidade de Rihanna desistir de fazer música algum dia:

“Ah, nãooo! Música é tipo… Falar em códigos com o mundo, é onde eles me entendem. É uma linguagem estranha que me conecta com todo mundo. Eu, a designer, a mulher que cria maquiagem e lingerie – tudo começou com a música. A música foi minha primeira amiga por correspondência do mundo. Cortar isso é cortar minha comunicação. Todas as outras coisas que eu faço florescem com base na música.”