Deu ruim! Pitchfork DETONA trilha sonora de "Charlie's Angels"; confira

O famoso site Pitchfork, especializado em música, realizou, na madrugada de hoje (07), a tão esperada review da trilha sonora de “Charlie’s Angels”, produzida por Ariana Grande para o designado filme.

Entretanto, o disco não agradou os críticos da Pitchfork, que atribuiu uma nota de 5.4 à produção. Em seus comentários, o veículo cita a imensidão da faixa “Independent Woman”, das Destiny’s Child, lançada na primeira versão do filme, perante à “Don’t Call Me Angel”, parceira entre Ariana Grande, Miley Cyrus e Lana Del Rey para a mais nova versão do filme.

“Ariana Grande aborda a grande ‘Independent Women’ de frente com ‘Don’t Call Me Angel’, uma colaboração pop monótona entre ela, Miley Cyrus e Lana Del Rey . Com os instrumentais martelando sinos metálicos, a parceria será absolutamente esquecida nas respectivas discografias de cada artista dentro de um ano, e por uma boa razão: Destiny’s Child se basearam no empoderamento feminino, falando diretamente a uma geração de mulheres trabalhadoras, a fim de incentivá-las a comandar com autoridade. Já as canções de Ariana apenas exigem exclusividade dos homens em sua tentativa confusa de controle sobre eles.”

Pitchfork ainda passeia distribuindo críticas para diversas faixas do álbum, como “Get Her Own” e “How I Look On You”, que trata as músicas como mornas e sem o empoderamento expressivo que o filme em si retrata.

“O pop/R&B de “Bad to You”, com Normani e Nicki Minaj apresenta uma química melhor e uma produção extravagante de Max Martin. No entanto,com a voz desmaiada de Normani e Minaj sonâmbula através de seu verso e letra que mais uma vez repreende exclusivamente os parceiros masculinos, ela mal se eleva acima do nível intermediário.”

Além das grandes críticas, a revista fala que, ainda assim, Ariana Grande seria uma escolha perfeita para o filme, por ser um ícone pop, prodígio e empresária, além de apresentar uma “corte” de mulheres próximas de si. E, para terminar, Pitchfork caracteriza o álbum como “exaustivo de baixa qualidade”.