Com visuais incríveis, Enme Paixão lança seu novo álbum, “ATABAKE” e videoclipe de “Magia Negra”, com Bixarte

Enme e Bixarte lançam, nesta sexta-feira (18), o videoclipe de “Magia Negra”, dueto entre as duas cantoras nordestinas. A faixa reúne o flow potente das rappers em uma batida acelerada do produtor Noize Men. As intérpretes da música realizam uma conexão Maranhão e Paraíba na proposta de reunir o rap e o pop, marcando território no cenário nacional. 

Bixarte ressalta que “ o Maranhão é um estado que eu sempre quis conhecer. Quando surgiu essa proposta, eu fiquei extremamente emocionada. É um lugar que pra mim tem um atravessamento histórico e ancestral enorme. Então foi muito significativoA música fala de tudo que a gente é e representa,  essa magia preta, viva e ancestral, essa magia enquanto quilombo que vai sempre se moldando.” 

No videoclipe, Enme e Bixarte cantam e dançam pelas ruas do Centro Histórico de São Luís, movidas pela energia da “Magia Negra”. O clipe foi dirigido por Enme, com produção audiovisual da ClockWork Filmes e direção de fotografia de Sunday James.

Ouça:

“Trabalhar com audiovisual tem sido um desafio para mim mas, nessa era eu queria entregar todos os visuais do álbum. Já fizemos três clipes, visualizers e ainda tem um documentário lindo que fala da construção do disco”, diz a cantora

“Magia Negra” o é o terceiro single do álbum “Atabake”, primeiro álbum de estúdio de Enme que conta também as faixas “4 por 4” e o sucesso “Dama da Quebrada”. Entre as participações nas músicas temos Bixarte, Núbia, Pantera Black, Gugs, Marco Gabriel e Brunoso. A produção e direção musical é assinada por Adnon Soares, com coprodução da Enme, além de Brunoso e Noize Men. 

Assista ao clipe:

Inspirado na musicalidade do Quilombo Urbano Liberdade, o disco “Atabake” traz a história dos tambores enquanto instrumentos musicais e espirituais. Fazendo essa conexão da musicalidade ancestral e a cultura urbana contemporânea, o disco perpassa por vários gêneros musicais como o Reggae, o Afropop, Hip Hop, Pagodão, Funk e Kuduro. 


Nos últimos dois anos eu iniciei um estudo sobre a percussividade e ouvi muitos artistas como Wizkid, Nenny, Temps, Burna Boy, Jorja Smith…isso me fez criar uma interlocução com as minhas referências regionais e percebi que tudo poderia se conectar, afinal tudo se juntava nas métricas do tambor” comenta Enme

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