B.I, líder do iKON, deixa o grupo de k-pop após suposta compra de drogas

Kim Hanbin, conhecido pelo nome artístico B.I, líder de um dos maiores grupos de k-pop da Coréia do Sul, o iKON, anunciou hoje a sua saída do grupo após a acusação de uma suposta compra de drogas.

As produtoras sul-coreanas possuem leis muito rígidas para os seus “idols” como são chamados os artistas do k-pop, que na maioria das vezes são proibidos de se assumirem relacionamentos, se envolver em escândalos e, é claro, o uso de ilícitos.

Segundo rumores, B.I teria tentado comprar maconha e LSD em 2016. O artista admitiu a tentativa da compra e publicou uma carta aberta aos fãs e demais membros da equipe.

“Oi, aqui é o Kim Hanbin.

Primeiramente, peço desculpas pelo inconveniente causado por minhas ações inadequadas. De fato eu quis confiar que eu nem deveria ter interesse, mas eu estava em grande dor e agonia. Porém eu não consegui nem sequer usá-las, pois eu estava apavorado e com medo.

No entanto, eu estou envergonhado e sinto muito por todos vocês e os membros que estão muito desapontados e magoados por causa dos meus atos. Quero deixar a equipe e refletir humildemente sobre meus erros. Peço sinceras desculpas aos seus fãs e aos demais membros.”

A YG Entertainment confirmou nesta tarde a saída do cantor e a rescisão de seu contrato.

“Levamos esta questão muito a sério e decidimos que ele deixará a banda e terá seu contrato rescindido”.

A empresa passa por um momento turbulento, após as acusações de envolvimento em esquemas de prostituição de outro de seus artistas, Seungri, do grupo BigBang. A produtora foi ainda acusada de tentar acobertar as ações de seu artista.

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O iKON é um grupo formado até então, por sete integrantes, que debutou em 2015. Seus maiores sucessos incluem “Love Scenario” e “Killing Me“. Havia planos para o debute de uma subunidade do grupo, formada por B.I e Bobby, além de um comeback que deveria acontecer até o final do ano ou início de 2020. Os planos agora deverão sofrer alterações.