Após receber críticas por seu espanhol, Becky G divulga carta aberta sobre o assunto; "Me sinto uma pessoa horrível quando me julgam por isso"

Quem vê Becky G como uma das artistas femininas mais reproduzidas da atualidade e principalmente na América Latina,  justamente pelos seus singles em espanhol, não sabe que a cantora de vez enquanto sofre repressões por não dominar o idioma de forma perfeitamente fluente.

Ao contrário do que muitos pensam, Becky G não nasceu na América Latina e sim nos Estados Unidos. A interprete de “Sin Pijama” tem descendência mexicana e por ter sido alfabetizada em inglês, o espanhol só veio surgir na vida da artista alguns anos depois.

Becky utilizou seu Twitter para rebater ofensas de que seu espanhol estaria sendo falado de forma “incorreta” e “debochada”, simplesmente pela cantora não desenvolver tão perfeitamente quando desenvolve em seu idioma nativo.

“Entendo que o público que consome minha música majoritariamente fala espanhol e estou agradecida por todo o apoio que tem me dado, cantar em espanhol sempre foi um dos meus sonhos e tenho orgulho de ser latina. Mas me preocupa  e me sinto uma pessoa horrível quando me julgam simplesmente porque não consigo falar espanhol perfeitamente ou por me expressar melhor em inglês ou por simplesmente ter nascido nos Estados Unidos.

Sei que muitos dirão, “Não perca seu tempo tentado explicar”, mas prefiro dedicar meu tempo a isso porque sinto que é um tema importante e porque também devo isso aos meus fãs. O vídeo que coloquei recentemente no Instagram era para ser um comentário cômico e sem pretensão alguma de ser ofensivo mas lamento muito se entenderam dessa forma

Entendo que as pessoas usam a internet para criticar e julgar, ms creio também que lutei muito para poder chegar aonde estou e conseguir as coisas da minha forma, amo nossa cultura latina e o espanhol. Acreditem,  se estou cantando em espanhol é com todo respeito a nossa cultura e a meu povo latino. Eu espero de verdade que como latinos podemos ser mais unidos e deixar de julgar tanto uns aos outros simplesmente pelo lugar onde nascemos se falamos ou não fluentemente o idioma”.

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