A cantora Anitta divulgou uma nota à imprensa para esclarecer informações que circularam recentemente sobre uma suposta ação judicial contra uma farmacêutica fabricante de vermífugos. Segundo o comunicado, não existe nenhum processo judicial em andamento, nem qualquer decisão da Justiça envolvendo o uso do nome artístico da artista.
De acordo com a equipe de Anitta, o caso trata-se apenas de uma disputa administrativa no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), órgão responsável pelo registro de marcas no Brasil. A controvérsia surgiu após a farmacêutica tentar registrar a marca “Anitta”, com dois “t”, para produtos cosméticos, alterando a grafia do medicamento “Annita”, com dois “n”, de forma a coincidir com o nome artístico da cantora.
Diante da tentativa de registro, foi apresentada uma oposição administrativa, procedimento comum em casos que podem ferir a Lei da Propriedade Industrial. A manifestação não partiu apenas da cantora, mas também de outros titulares de marcas já registradas na mesma categoria.
Em 7 de outubro de 2025, o INPI indeferiu o pedido da farmacêutica, com base na existência de marcas anteriores no mesmo segmento e na reprodução não autorizada do nome artístico de Anitta, o que poderia gerar confusão ou associação indevida entre consumidores.